A comissão, que iniciou os seus trabalhos em janeiro de 2022, disse no seu relatório final publicado na segunda-feira (13) que pelo menos 4.815 crianças foram abusadas sexualmente por membros da Igreja Católica portuguesa – maioritariamente padres – ao longo de 70 anos.
Segundo a comissão, as descobertas foram a “ponta do iceberg”, descrevendo os 4.
815 casos como o número “mínimo absoluto” de vítimas.
